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Palestra sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST)

BE Janeiro 20, 2020 0
Palestra sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST)

 

 

Na Escola Fernando Távora realizou-se uma palestra sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) com a Dr.ª Ana Luísa e Dr.ª Madalena Nunes de Sá, no âmbito do Projeto “Escolas Promotoras de Saúde” coordenado pela Professora Daliana Silva.

Constatou-se que na atualidade, a incidência das doenças sexualmente transmissíveis (DST) vem aumentando e pode ter por consequência imediata uretrites, salpingites e, a longo prazo, infertilidade, gravidez ectópica ou câncer de colo uterino. Sabemos que ter uma DST aumenta a possibilidade de contaminação pelo HIV e, além disso, verificou-se que o perfil epidemiológico da AIDS mostra uma maior prevalência entre adultos jovens e uma tendência à heterossexualização e pauperização da doença. Fatores biológicos, psíquicos e sociais podem aumentar a vulnerabilidade dos adolescentes às DST. Na esfera social, os baixos níveis escolar e socioeconómico estão associados às DST.

As taxas de predomínio de DST permanecem altas na maior parte do mundo, apesar dos avanços diagnósticos e terapêuticos, que podem curar rapidamente pacientes com muitas DST não infeciosas.

Salientou-se que os fatores que impedem o controle de DST incluem: Atividade sexual desprotegida com múltiplos parceiros; Dificuldade de médicos e pacientes conversarem sobre assuntos sexuais; Financiamento inadequado para a implementação de testes diagnósticos e tratamentos existentes e para o desenvolvimento de novos testes e tratamentos; Suscetibilidade à reinfeção pelo mesmo microrganismo, se ambos os parceiros não forem tratados simultaneamente; Tratamento incompleto que pode levar ao desenvolvimento de microrganismos resistentes a fármacos; Viagens internacionais que facilitem a rápida disseminação global de DST.

Os sinais e sintomas das DSTs variam dependendo da infecção. Muitas DSTs causam lesões genitais.

Informou-se que as DST são diagnosticadas e tratadas de várias maneiras. Para muitas, os testes diagnósticos são limitados ou o seguimento do paciente não é garantido. Assim, frequentemente não se busca a identificação do agente etiológico. Muitas vezes, o diagnóstico baseia-se somente em resultados clínicos.

Enfatizou-se que a prevenção, o controle das DST depende de Instalações adequadas e profissionais treinados para o diagnóstico e o tratamento; Programas de saúde pública para localizar e tratar contatos sexuais recentes dos pacientes; Seguimento daqueles que receberam tratamento para assegurar que estejam curados; Educação dos profissionais de saúde e da população; Evitar que pacientes tenham comportamentos de alto risco. Preservativos e barreiras vaginais, se usados corretamente, diminuem muito o risco de algumas DSTs.

Por fim, deu-se conhecimento que, em geral, não há vacinas disponíveis para a maioria das DSTs, exceto para hepatite A e hepatite B e infeção pelo papilomavírus humano.

Houve, também, tempo para esclarecimento de dúvidas, discussão e debate.

Excelente organização e participação. Saúdam-se atividades desta importância. A Comunidade Educativa agradece.

 

Valdir Teixeira


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