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7 razões para voltar a Guimarães

BE Abril 20, 2016 0
7 razões para voltar a Guimarães

Em dezembro de 2001, Guimarães deixou de ser “apenas” uma cidade bonita. Com a classificação do centro histórico como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, saiu reforçadíssimo o orgulho da população. Este era, afinal, o reconhecimento de um trabalho que vinha desde a década de 80: o da requalificação de espaços e edifícios públicos iniciado pela autarquia, com os particulares a seguirem o bom exemplo nas suas casas. “O centro histórico era drasticamente diferente”, recorda José Nobre, diretor do Departamento de Cultura, Turismo e Juventude da Câmara Municipal de Guimarães. “Foi interessante ver a mesma pessoa que, antigamente, via da sua janela um local degradado, está agora perante o ex-líbris da cidade.” E agora, o que se avista à janela do património? Para acompanhar estas transformações, uma visita à Casa da Memória, com inauguração marcada para o próximo 25 de abril, será obrigatória. Uma âncora da história e da cultura de Guimarães, que, com os contributos da população, falará das suas tradições, raízes e memórias, usando tecnologias inovadoras. A recuperação da antiga fábrica de plásticos Pátria, na Avenida Conde Margaride, está concluída deste julho de 2012, ano da Capital Europeia da Cultura, mas o projeto teve um parto complicado. “O grau de exigência era tão alto, que valia a pena perder mais tempo para que o resultado fosse o mais apurado possível”, adianta José Nobre. “Em cada vimaranense há um historiador e não podíamos defraudar as suas expectativas.” E, afinal, o que é, em Guimarães, merecedor de lembrança?
A linguagem fabril foi mantida, dividindo-se o edifício em duas naves, uma dedicada ao Território (focada na cartografia do concelho), outra à Comunidade. A exposição permanente estará dividida em quatro momentos: Fundação da Nacionalidade, Sociedade Rural, Industrialização e Contemporaneidade. O envolvimento da população na construção dos conteúdos foi decisivo, com a recolha em vídeo de testemunhos de ilustres e anónimos sobre o que guardam de mais marcante na cidade. “Mais do que uma visita contemplativa, queremos oferecer aos visitantes uma experiência, com uma série de soluções tecnológicas que foram especificamente criadas para a Casa da Memória”.

in visão, Joana Loureiro


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